Patrocinenses elegeram café requentado nas eleições de 2020 no executivo e ‘nova safra’ no legislativo.

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Conhecida por  cultivar, apreciar e exportar os melhores cafés do Brasil,  o povo de Patrocínio depositou nas urnas, o seu desejo de ser representado na Prefeitura e na Câmara Municipal.

Assim como o excelentes cafés degustados nas xícaras, com alto gosto,  entendidos na área sabem que o café não se mantém com o mesmo sabor quando a bebida está fria ou requentada.

Café requentado, não é mais o mesmo!” – dizem. Isso também ocorre na administração pública de uma cidade, que também é a mesma coisa.

Ao se estremecer os laços do voto dado, jamais será reestabelecida essa relação de confiança entre o eleitor e o candidato. É o conhecido café requentado, onde mais uma vez se elege o que talvez um dia foi bom, mas, com suas atitudes cotidianas, se tornaram arbitrárias e frias.

E, ao se repetir da mesma bebida, vê-se que esta perdeu seu sabor, o tempero, a objetividade, a esperança e a confiança.

Se reacendendo a chama da decepção com a política demonstrada pelos números de eleitores que não compareceram para depositar seu voto.

Mesmo sendo um município com grandes potencialidades, crescem-se suas demandas e os problemas sociais, com aumento da violência, tráfico de drogas, desemprego, falta de investimentos na área social, etc, assim como crescem suas demandas.

Assim como as promessas feitas há 4 anos atrás, em que o candidato eleito repetiu, mais uma vez, assim como o café requentado, as mesmas promessas que não foram cumpridas no seu pleito, relativas a geração de empregos, construção de moradias, valorização do comércio, etc.

Patrocínio perdeu sua liderança através de seu alcaide junto aos governos estadual e federal e seu reconhecimento de polo comercializador de café.

E por sua política e pelo jeito de governar do atual  gestor municipal e sua falta de ligação com os governos estadual e federal, não se vê um horizonte muito favorável ao cumprimento das promessas feitas no calor da eleição.

Quanto aos novos componentes do legislativo, que o povo elegeu como sendo ‘nova safra’, tudo indica que nada mudou, ficando como antes, mantendo-se uma forte dependência dos parlamentares que se dizem representantes do povo, atreladas as políticas do poder executivo. O futuro dirá!

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